quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Onde abundam alternativas, vigora desperdício




Foi realizado nesta terça-feira (6), na Câmara dos Deputados, o VI Simpósio Amazônia: Desenvolvimento Regional Sustentável. Sérgio Leitão, diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, alertou os presentes para o desperdício de potencial energético no Brasil, um país que abunda em recursos alternativos.
“A Amazônia possui um potencial de bioeletricidade que é completamente desperdiçado. Vira fumaça nas madeireiras o que poderia virar energia. Além disso, o Brasil é o país do sol e do vento, principalmente na região nordeste. Outro exemplo são os lixões a céu aberto. Temos mais de 20 milhões de habitantes na Amazônia que poderiam ser beneficiados com o aproveitamento dos lixões para produção de energia, também com geração de crédito de carbono. Mas o governo não conseguiu ainda transformar isso em política pública”, afirmou.
Segundo estudo da Agência Internacional de Energia, citado no Seminário, o Brasil possui o segundo pior desempenho em termos de economia de energia dos países do G-20, ficando à frente apenas da Arábia Saudita. O país conquistou tal colocação, pois reduziu apenas 22,7% a sua intensidade energética. Em comparação, a China, primeira colocada no ranking, teve uma redução de 66%.
“As prioridades do Plano Energético vão para onde se investe o dinheiro. E o dinheiro vai para o petróleo. Mas que política é essa que o governo não consegue dizer se é viável, se vai dar retorno? Vamos gastar 749 bilhões no pré-sal. Estamos destinando todo o recurso do país para investir num combustível do passado, enquanto o país tem alternativas possíveis. Mas novos paradigmas não são considerados. Vamos discutir se ferrovia é uma alternativa viável? Não, isso não interessa”, contestou Sérgio Leitão.
Outro ponto criticado foi a flexibilização, por parte do governo federal, das normas de licenciamento para liberação de empreendimentos de infraestrutura. De acordo com o diretor do Greenpeace, o Plano Decenal de Energia do Ministério das Minas e Energia para o período de 2011 a 2021 prevê que uma área de 6.456km2 será inundada para viabilizar o fornecimento de energia para as 34 novas usinas hidrelétricas no país. Segundo ele, isso equivale ao somatório dos territórios de dez capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Maceió.
“Grandes reservatórios inundam as terras onde vivem milhares de pessoas, destruindo suas vidas, seus projetos de futuro.  O Brasil vive um paradoxo. É na democracia que se destrói a lei, porque não se tem a capacidade para fazê-la ser cumprida. Assim foi com o Código Florestal, e assim será com o licenciamento de grandes empreendimentos”, completou Sérgio Leitão.

Fonte: greenpeace.org

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Protesto no Mucuripe faz uma alerta contra a captura de lagosta no período do defeso

Centenas de pescadores cearenses participaram de uma manifestação na praia do Mucuripe, em Fortaleza. Eles protestaram contra a pesca predatória da lagosta.

 Fonte: jangadeiroonline.com.br

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Obama declara emergência em três Estados por tempestade Sandy

Bom leitores essa notícia não tem muito a ver com a nossa região, mas está em todos os veículos de comunicação, então decidi postar uma notícia sobre a tempestade Sandy que está destruindo os EUA.




O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou emergência nesta terça-feira em três Estados após a passagem da tempestade tropical Sandy. O fenômeno causou 15 mortes em território americano e uma, no Canadá, além de danos graves em diversos Estados da costa leste americana.
O estado de emergência, que foi decretado em Nova York, Nova Jersey e Long Island, permitirá que o governo americano envie ajuda financeira imediata para as regiões atingidas pela tempestade, que passou por sete Estados americanos, deixando 15 mortos.
Nova York é o Estado que acumula o maior número de mortos, com sete. A cidade homônima passa por uma das maiores destruições provocadas por um fenômeno natural, inundando todas as regiões baixas da ilha de Manhattan, em especial o sul da cidade, e deixando 500 mil casas sem energia elétrica.
No Queens, subúrbio nova-iorquino, um grande incêndio atingiu cerca de 50 casas na região de Breezy Point, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Nenhuma morte foi registrada até o momento e agentes tentam controlar o fogo, que começou na noite de segunda.
Todos os aeroportos da região de Nova York -- JFK, La Guardia e Newark-- foram fechados. O metrô e o túnel que liga a ilha de Manhattan ao Brooklyn foram invadidos pelas águas. Todas as pontes da cidade ao leste foram fechadas e túneis foram bloqueados.
A Autoridade Metropolitana de Transportes (MTA, em inglês) disse que é o pior desastre da história do metrô da cidade, que tem 108 anos. Pelo menos sete túneis na região do East River estão completamente inundados. Outras duas linhas perderam a energia e seis garagens de ônibus foram atingidas.
Mais cedo, a fachada de um prédio de três andares desabou no bairro de Chelsea, sem deixar feridos, e um guindaste rachou e ficou pendurado no 90º andar do prédio residencial mais alto em Nova York, ainda em construção, em frente ao Central Park.
 
OUTROS ESTADOS
Em Nova Jersey, um dique se rompeu, ameaçando três localidades próximas, segundo a polícia local. As equipes de resgate estão em alerta para inundações na região.
O nível alto da água também colocou em alerta a usina nuclear Oyster Creek, em que a inundação chega a 1,80 m. Segundo a administração da planta, será necessário usar bombas extras para resfriar a usina.
O reator estava desligado desde o último dia 22, pelo que são descartados riscos de superaquecimento. Outras 104 usinas nucleares tiveram seus reatores desligados ou trabalham com capacidade de geração de energia reduzida.
No Estado, duas pessoas morreram e pelo menos 2.200 famílias tiveram que se refugiar em abrigos públicos. Oito condados receberão ajuda especial para o aluguel de casas para os desabrigados e a reforma das residências atingidas pela tempestade, além de outros programas.
Também foram registradas três mortes na Pensilvânia e uma em Connecticut. Em Virgínia Ocidental, uma mulher morreu em um acidente de trânsito em decorrência de uma nevasca trazida pelo Sandy.
Já na costa da Carolina do Norte, uma mulher morreu no naufrágio de uma réplica do navio HMS Bounty, usado no filme "Piratas do Caribe".
Em Toronto, no Canadá, a polícia local informou que uma mulher morreu em um estacionamento ao ser atingida por uma placa que se desprendeu com os fortes ventos.
Especialistas já calculam as perdas causadas pelo Sandy em até US$ 10 bilhões (R$ 20 bi) só em seguro. O prejuízo total, incluindo comércio, pode chegar a US$ 20 bilhões (R$ 40 bi). Segundo a rede CNN, mais de 6,5 milhões de americanos em 13 Estados estão sem energia.
Mais de 13 mil voos foram cancelados entre domingo e terça-feira, 7.600 somente nesta segunda-feira.
 
TEMPESTADE
Por volta das 5h locais (7h em Brasília), a tempestade Sandy se deslocava ao sul do Estado da Pensilvânia a uma velocidade de 105 km/h, de acordo com o Centro Nacional de Furacões.
Ainda como um ciclone extratropical, o fenômeno tocou terra firme por volta das 20h (22h do Brasil), ao sul da cidade de Atlantic City, em Nova Jersey, afetando cerca de 60 milhões de pessoas e deixando Nova York praticamente às escuras.
A cidade é uma das localidades americanas mais atingidas pelo ciclone, varrida por fortes chuvas e ventanias, que inundaram ruas, danificaram edifícios e interromperam o fornecimento de energia.
O prefeito Michael Bloomberg relatou no início desta madrugada que pelo menos 250 mil residências estão sem luz na ilha de Manhattan.

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 27 de outubro de 2012

Placas sobre condições das praias são substuídas

Pra quem lembra a uns dias atrás uma postagem sobre as condições das praias da ilha de São Luis no nosso Especial Maranhão, uma boa notícia, segundo o site imirante.com algumas praia da ilha estão liberadas para banho. Veja a íntegra abaixo:


A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) está substituindo as placas que indicam a situação de balneabilidade das praias da orla de São Luís. Desde a liberação das praias que foram interditadas em abril, estão sendo realizados monitoramentos semanais e mensais na orla para informar à população se as praias estão próprias ou não para o banho.
Conforme o último laudo de balneabilidade divulgado pela SEMA , um total de 11 pontos está liberado para o banho entre 17 lugares onde os níveis de poluição foram monitorados. O laudo produzido através do Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (LACEN/MA) aponta que as fozes dos rios Calhau, Pimenta, Claro, Jaguarema e Olho de Porco continuam interditadas e apenas um ponto da Praia do Araçagi está imprópria para o banho. A partir das fozes desses rios até o raio de 300 metros, a interdição continuará por causa da grande quantidade de esgoto que é lançada sem tratamento.
Segundo o superintendente de Planejamento e Monitoramento da SEMA, Hugo Rocha, o monitoramento dos rios vem sendo feito mensalmente. Desde a liberação das praias, sete placas de locais próprios para o banho já foram substituídas no trecho que vai da Ponta d’Areia ao Rio Pimenta (Praias da Ponta d’Areia, São Marcos e Calhau).
As quatro placas restantes que ainda indicam a interdição devem ser mudadas até o fim da próxima semana. Também estão liberados para o banho dois pontos na Praia do Olho d’Água, um na Praia do Meio e dois no Araçagi.
Após quatro meses de interdição, a orla recebeu um público tímido nos primeiros fins de semana em que trechos das praias foram considerados próprios. A expectativa é de que a população que costumava aproveitar o fim de semana nas praias da cidade volte para a beira-mar de acordo com a divulgação dos laudos de balneabilidade periódicos que hoje são feitos seguindo uma rígida rotina. “A secretaria vem estudando uma forma de tornar mais rápida a divulgação da situação das praias através das placas. Estamos pensando em utilizar adesivos nas placas caso a balneabilidade mude. Assim, a população recebe a informação mais rápido do que se fosse preciso mudar a placa”, disse o superintendente Hugo Rocha.
Quadro
Último laudo de balneabilidade da orla de São Luís (divulgado em 22/10/2012)
Praia da Ponta da Areia - PRÓPRIA
Praia de São Marcos - PRÓPRIA
Foz do Rio Calhau - INTERDITADO
Praia do Calhau - PRÓPRIA
Foz do Rio Pimenta - IMPRÓPRIA
Foz do Rio Claro - IMPRÓPRIA
Praia do Olho d’Água - PRÓPRIA
Foz do Rio Jaguarema - IMPRÓPRIA
Praia do Meio - PRÓPRIA
Praia do Araçagi - PRÓPRIA
Foz do Rio Olho de Porco - IMPRÓPRIA

Fonte: imirante.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

As "minas" de pedras de Chaval

 
 
Na viagem feita ao estado do Maranhão no início do mês no caminho cruzei com uma pequena cidade do estado do Ceará, já na divisa com o estado do Piauí, de nome Chaval. Uma cidade pequena com população por volta de 15 mil habitantes, nessa cidade passa o Rio Ubatuba que faz a fronteira dos dois estados.

Mas o mais interessante é que mesmo sem parar para apreciar pode se ver uma peculiaridade nesse local, a cidade cresceu no meio de uma "mina" de pedras, é bonita a paisagem pra quem olha a harmonia das pedras com as casas construídas pela população.

São pedras comuns, mas com formatos variados, geralmente arredondadas. Não sei se é explorado pela cidade o potencial turístico dessa benção que a natureza deixou nesse local, mas existe um graqnde potencial para a prática de esportes radicais como o rapel.

Da próxima vez que passar próximo a essa cidade vou ter que fazer uma parada para apreciar melhor as belezas naturais que nela possuem.

Apagão afeta o Nordeste do país

Já não é o primeiro apagão do ano, e esperamos que seja o último. E esses foi de grande extensão grande parte do Norte-Nordeste do país, agora é torcer para que tenha sido um acidente e não vire rotina.
 
Rua de Recife iluminada por faróis de carros e pela lua (Foto: Heudes Regis/JC Imagem/Estadão Conteúdo)


 Um apagão afetou os nove estados do Nordeste do país desde o final da noite de quinta-feira (25) e início da madrugada desta sexta (26).
Foram atingidos os estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, além de parte do Pará, Tocantins e Distrito Federal.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), responsável por administrar o Sistema Interligado Nacional, confirmou a falta de energia na região a partir da 0h14, porém, não sabe dizer ainda a causa do desligamento das linhas de transmissão. Segundo o órgão, a luz foi restabelecida em Tocantins e Pará pouco depois de 1h30 (hora local).
É a segunda vez nos últimos 35 dias que ocorre um apagão na Região Nordeste. Em 22 de setembro, segundo o ONS, um problema nas interligações Sudeste/Norte e Sudeste/Nordeste, atingiu o fornecimento de energia elétrica em parte da região Nordeste do país.
Bahia
A Bahia sofreu um apagão por volta das 23h20 (hora local) desta quinta. De acordo com a Companhia de Eletricidade do Estado (Coelba), um problema no sistema interligado nacional, do ONS, atingiu todos os consumidores baianos. Segundo a Coelba, a companhia deixou de receber energia para fazer a distribuição.
A Coelba informou que outros estados do país também foram afetados pelo apagão.
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que o Aeroporto Internacional de Salvador funcionou normalmente com geradores. Nenhum voo previsto para o final da noite de quinta e madrugada de sexta foi cancelado.
O posto policial do Hospital Geral do Estado (HGE), um dos principais da rede pública de saúde em Salvador, informou que apenas o centro cirúrgico da unidade funcionou com geradores nesta madrugada.
Ceará
No Ceará, a Companhia de Energia Elétrica do Ceará (Coelce), empresa distribuidora de energia no estado, informou que houve um problema no sistema interligado nacional que afetou todo o Nordeste. A companhia não soube informar sobre as causas do blecaute.
Em Fortaleza, moradores dos bairros, Messejana, Benfica, Jardim Iracema, Barra do Ceará, Fátima, Aldeota, Meireles relataram a queda de energia. Moradores de outras cidades do estado como Crato, Juazeiro do Norte, Sobral e Maracanaú usaram as redes sociais para falar sobre a falta de energia. 
 Maranhão
A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) informou que um blecaute com mais de duas horas de duração ocorreu em todo o estado.
Em São Luís, a energia caiu por volta de 23h20 (horário local). O problema foi atribuído à distribuição de energia do Sistema Interligado Nacional, de responsabilidade do ONS.
Nas redes sociais, moradores de Imperatriz, a 626 km da capital, confirmaram o apagão e relataram que a energia começou a ser restabelecida a partir de 0h30 (hora local).
Paraíba
Na Paraíba, faltou luz em todas as cidades do estado a partir das 23h30 de quinta, segundo informou a concessionária de energia elétrica do estado, a Energisa. Autoridades orientaram a população a evitar sair de casa, especialmente em seus automóveis pois os semáforos não estavam funcionando.
Rio Grande do NorteJá na cidade de Natal, na principal delegacia da Zona Sul, os policiais civis tiveram que parar as atividades. Eles ligaram os faróis da viatura para ter algum tipo de iluminação. No lado de dentro da delegacia, o bom e velho lampião foi quem clareou o ambiente. Não foi possível autuar em flagrante um dos detidos da noite, que acabou dormindo no escuro da cela.
Do alto da ponte que dá acesso à Zona Norte, a quantidade de luzes acesas era pequena. Somente locais com gerador de energia elétrica permaneciam iluminados.
Pará
No Pará, por volta das 23h de quinta, o apagão afetou o Aeroporto Internacional de Belém. Até a meia-noite foram registradas cerca de dez quedas de energia no local. Mesmo com gerador de energia, o saguão do aeroporto ficou na total escuridão em alguns momentos. Com isso, muitos passageiros tiveram que fazer o check-in no escuro.
Caixas eletrônicos não funcionavam e até algumas lojas e farmácia dentro do aeroporto tiveram que parar de funcionar até que a energia fosse restabelecida por completo, por volta de 01h30.

Fonte: G1.com

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Termômetros registram 48 graus em Teresina e crianças lotam hospitais

Os termômetros públicos de Teresina, os do cruzamento das Avenidas João XXIII e Nossa Senhora de Fátima, no bairro Jockey Clube, e do encontro das Avenidas Kennedy com João XXIII, no Balão do São Cristóvão, na zona Leste, registraram das 15h às 16h30 de quarta-feira temperatura de até 48 graus Celsius.
O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Ceptec) informou que a temperatura de Teresina atingiu aos 42 graus Celsius às 15h30.

A baixa umidade de ar provocou longas filas de mães com seus filhos nos hospitais de Teresina com febre, diarreia e dificuldades de respiração.
A dona de casa Francinete Linhares levou seu filho Francisco Ítalo, de 9 anos, para ser atendido no Hospital Municipal do Buenos Aires, na zona Norte de Teresina.
Ela disse que Francisco Ítalo a acompanhou em uma viagem e voltou com febre e tossindo muito. “As altas temperaturas devem ter a ver com isso”, falou Francinete Linhares.
Maria de Fátima dos Santos declarou que levou sua filha Naiane dos Santos Lopes, de oito meses para atendida com problemas relacionados com infecção intestinal.
As mães levaram copos para que suas crianças tomassem água durante o período de espera de atendimento pelo médico.
A diretora do Hospital do Buenos Aires, Alline Vieira, declarou que neste período de temperaturas elevadas e de umidade de ar baixa aumenta o atendimento de crianças com problemas respiratórios.
“Quando as temperaturas baixam também baixa a demanda também c ai”, falou Alline Vieira.
Ela afirmou que o Hospital Municipal do Buenos Aires mantém dois pediatras para atender as crianças e tem o Programa Sentinela da Gripe, que faz as notificações dos casos, investiga, acompanha e faz a coleta de secreção orofaríngea.

Fonte: meionorte.com